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Se você chegou aqui primeiro, saiba que aqui está a continuação das aventuras quentes onde estão outras ''Aventuras de Sabrina'', com histórias cheias de emoção, comédia, perigo e tesão. Aconselho você a ler primeiro as 20 primeiras histórias que estão na página "Aventuras de Sabrina - Parte 1", inclusive o cabeçário, que explica o porquê! Divirta-se!


21) PERDIDA EM ITAJAÍ

Quem conhece a Balneário Camboriú, Praia dos Amores, Praia Brava, Cabeçudas, vai visualizar a paisagem. Estas últimas três praias citadas já pertencem à Itajaí... Então, numa tarde à noitinha em pleno ensolarado e quente verão na temporada de 2002, eu saí com o carro e fiquei andando pela orla destas praias citadas...Quando cheguei à Cabeçudas, estacionei o carro onde achei uma vaga e fui andar na calçada entre a praia e a estrada, a estradinha estreita e cheia de curvas entre Cabeçudas e a cidade de Itajaí. Não fui exatamente até Itajaí porque é um bom trecho para se ir andando, fui somente até a Pedra do Papagaio. Ali sentei na pedra que avança no mar e fiquei admirando o anoitecer. Lindo, lindo, lindo!... Já devia ser umas nove horas da noite, mas ainda havia resquícios do dia que morria... Voltei ao local onde havia deixado o carro e ao invés de voltar para Balneário pelo caminho normal, eu segui pela estreita e curvilínea estrada beira-mar até Itajaí. Eu já havia estado na cidade, mas ainda me perdia, visto também que era noite escura... Depois de dar voltas e acabar sempre no mesmo lugar, decidi pedir informações. Chamei um rapaz que passava de bicicleta bem devagarinho. Ele se aproximou, olhou pra mim e deve ter pensado: uma loira só de biquini dentro do carro e ainda travesti, só podia estar querendo sexo. Conscientemente eu não estava, queria a informação. Não havia movimento naquele trecho da rua onde eu estava. Parei o carro bem no meio da rua e ele desceu do banco, ficando com os pés no asfalto... Olhou pra mim e disse: - É isso que você quer? Abriu o zíper de seu short e deixou cair seu pau, que era uma coisa imensa...  Eu fiquei arrepiada, desconversei, mas não conseguia desviar o olhar. Com o fôlego retomado encostei o carro, desci e fiquei encostada no mesmo enquanto conversamos... Um rapaz alto, bronzeadíssimo e com uma beleza exótica...Ele já devidamente recomposto, quer dizer, com a braguilha da bermuda fechada, mas com o volume imenso. Não me contive e passei a mão, fazendo caras e bocas e elogiando o tamanho do bicho. Ele me ensinou como fazer para voltar para Balneário, mas também convidou-me para ir até a sua casa. Ele era mecânico e estava voltando de uma volta pela praia. Falou que morava sozinho, não muito longe dali. Hum, que tentação! Depois de ficar um tempo indecisa, acabei seguindo-o... Era por sinal bem longe de onde eu o encontrara. Mas, enfim segui para ver no que iria dar. Chegamos. Ele ergueu uma porta de ferro e adentrei com o carro. Ali funcionava uma oficina de carros durante o dia... Já lá dentro, ele pegou uma escada de madeira, dessas que marceneiros usam, encostou-a e era o único acesso para o andar superior. Ai que medo, a escada parecia ser tão frágil... E se ela caísse? Como eu desceria delá depois? E se eu não conseguisse subi-la? Bobagem, daí a pouco eu já estava no chuveiro dele. Uma ducha e estávamos só nós dois loucos para entrar em ação!... Era legal ali em cima, apesar de ainda estar em construção, pois nem a escada de concreto estava pronta, ou sei lá que tipo de escada fariam ali. Seu quarto tinha um televisor, um guarda-roupa pequeno e um colchão no chão, além é claro de um ventilador. Ele deitou-se de barriga pra cima e me chamou. Fui e caí de boca naquela montanha de carne. Pra falar a verdade, a camisinha ficava pela metade do pau e eu só podia ficar com a boca na cabecinha, não cabia. Se eu forçasse, machucaria-o com os dentes, ou então poderia deslocar o maxilar. Ele pediu pra que eu me virasse pra ele, pois queria lamber meu rabo. E lambeu gostoso, meu rabo, minhas bolas e meu pau. Ahammmm, ele gostava da coisa... Estava muito bom aquilo tudo e eu já derretia de calor sem mesmo ter enfrentado a prova de fogo. Quando chegou a hora de enfiar no meu cuzinho, aí sim foi difícil. Ele tinha camisinhas de sobra, mas lubrificante nem pensar. O jeito foi salivar meu cuzinho que já estava molhadinho pela sua língua. Tentei cavalgar, pois seria omelhor jeito de dominar aquela fera. Aos pouquinhos o pau foi entrando. Minutos depois já estava todo dentro de mim. Eu não acreditava naquilo. Eu já estava pingando, mas levantando e subindo naquela tora...Então ele me posicionou de franguinho assado. Foi mais difícil, suei mais, mas daí a pouco o vai-e-vem estava ótimo. Só que, ele começou a me masturbar. Eu nem tive tempo de pedir para que ele parasse. Gozei instantaneamente. Aí sim eu vi estrelas. Ele bombava com força e eu já estava esfoladérrima. Perguntei se ele demoraria para gozar e ele disse que sim. Aguentei mais um pouquinho e depois de tanto implorar ele tirou aquela vara dura e imensa de dentro de mim. Me olhou e disse: - Poxa gatinha, achei que iria te comer a noite toda! Eu até desconversei e pus a culpa no gozo inicial. Mas, na verdade eu já estavasatisfeitíssima e queria ir embora, pois meu rabo não aguentaria mais aquilo. Fiquei brincando com ele, beijava sua boca, chupava seu pau, enfiava o dedo no seu cuzinho e tudo que o que podia eu tentava. Enfim, depois de muito suar e mostrar minha destreza fora penetração, eu consegui fazê-lo gozar. Pior mesmo foi descer a escada de madeira com as pernas bambas. Mas, ele era tudo de bom, segurou a escada para eu descer... Novamente me ensinou o caminho e eu voltei tranquilinha para casa, totalmente extasiada, arrombada e pensando na aventura maluca e deliciosa. Nunca mais me perdi em Itajaí, visto que nos anos seguintes eu curti muitos passeios por lá, sem claro ter repetido a dose, pois meu mecânico pauzudo mudou-se no ano seguinte...


22) O VAMPIRO DO CINEMA

Esta é mais uma daquelas histórias que vocês adoram ler, mais uma que ainda eu não era nem Sabrina. Pois foi logo que eu cheguei em Curitiba e não estava nem acreditando
nas possíbilidades todas que eu tinha de debutar na vida gay... Eu não parava mais em casa, de quinta à sábado, todas as noites eu caía em alguma boate e ainda pra variar aos domingos eu dava uma voltinha pelo Cine Gloria 2. Esse cinema nem existe mais, aliás pegou fogo em 1991, nossa, eu chorei tanto, rs, buááá... Aliás, esse cinema também dariam muitas histórias, mas lá eu era apenas aprendiz, diferentemente de outro onde eu fui rainha, rs... Mas foi dentro desse cinema que numa tarde de domingo eu estava afoita, pulando de banco em banco, no escurinho eu tentava avistar alguma coisa que tornasse meu domingo ainda mais feliz. Pois bem, tanto procurei que encontrei. Sentei ao lado de um moreno, um negão muito estiloso queestava com uma calça de moleton e um volume que fazia meu coração disparar. Fiquei ao lado dele como quem não quer nada, mas queria muito, se é que você me entende! Eu não tinha coragem de avançar, pois ele tinha uma cara de mal. Estava vendo a hora que eu iria acabar levando um não ou até quem sabe uma bofetada, se avançasse o sinal, rs... O tempo ia passando e o morenão sacou o que eu queria, pra me deixar ainda mais louca, ele mexia de vez em quando naquele volume. Ai que nervo! Acho que já haviam se passado umas duas horas, já havia assistido um filme e já estava no outro, afinal eram sessões duplas de filmes pornôs e pelo jeito logo o rapaz iria embora. Mas por incrível que pareça, foi ele que tomou a iniciativa e perguntou: - Tá a fim de chupar meu pau? Eu disse que sim é claro! Então ele se levantou e foi ao banheiro, eu fui rapidinho atrás dele. O banheiro dos homens estava lotado, lá a pegação já naquela época, era enorme... Mas, havia o banheiro das mulheres, lá estava sempre vazio pois dificilmente mulheres frequentavam o cinema. Ele entrou lá! Eu disfarçadamente também. Entramos num reservado e eu só queria chupar, chupar e chupar... O rapaz era lindo, no meu estilo de homem, tinha uma cara de mal mesmo e um pau grande que mal cabia na minha boca. Que presentão para aquele domingo! Me agachei e tentei abocanhar aquilo tudo, ele pegava na minha cabeça e forçava o pau na minha garganta. Eu babava, me afogava mas ele não deixava eu escapar. Então ainda falava: - Queria chupar, então chupa viadinho!... Ai que medo, mas eu continuava chupando! E depois de ter me judiado um pouco tentando enfiar aquela trolha na minha garganta, ele pediu se eu tinha camisinha! Ele queria me comer... Claro que eu tinha um monte por sinal. Prontamente coloquei uma no seu pau, virei de costas pra ele e fiquei esperando... Fiquei em pé e me encostei na parede, lubrifiquei meu rabinho, empinei levemente a bunda e pedi pra ele tivesse cuidado, pois seu pau era muito grande. Ele começou devagarinho, mas eu não estava conseguindo agasalhar aquele picão não... Tentamos mais um pouco e de repente a paciência do rapaz acabou. Ele me empurrou contra a parede, mordeu meu pescoço, minhas costas e enfiou tudo sem dó. Eu tentei gemer, gritar, qualquer coisa, mas não deu. Com uma das mãos ele tapava minha boca, com a outra segurava forte na minha cintura e socava forte dentro do meu buraquinho ainda inexperiente naqueles tempos. E eu só vi estrelas. Tudo não passou de uns dois ou três minutos, o que foi tempo suficiente para ele gozar. Saiu de mim e de dentro do reservado o mais depressa que pode e eu me agachei no cantinho do reservado toda amedrontada, desmontada e sem saber o que fazer... Que situação! Na minha cabeça eu fora violentada, rs... Hoje eu dou risadas, mas naquela tarde, foi horrível. A camisinha havia rompido... Imediatamente sentei no vaso sanitário e evacuei a porra que havia ficado dentro do meu rabo. Depois lavei com a água da descarga mesmo, como se aquilo fosse me proteger, caso o rapaz estivesse contaminado. Bem, eu realmente estava nua, crua, rasgada e mordida, pois as marcas do seus dentes ficaram bem marcadas na altura das minhas costas e região do pescoço por trás. Eu tinha levado o mordida, pois as marcas tinham pontinhos de sangue... Vi isso tudo pelo espelho do banheiro... Eu não sabia se ria ou se chorava, de qualquer maneira meu domingo havia acabado. Quando saí já estava escuro, passei numa farmácia e comprei uma pomada cicatrizante e fui pra casa com mais um detalhe que descobri mais tarde, meu cu havia sido rasgado, não a ponto de levar uns pontos, mas a ponto de me deixar de molho por alguns dias, de molho digo, sem poder dar o cuzinho, naquela época de descobertas, era difícil não querer sentir esse prazer todo dia... Esse moreno gostoso e animal virou um ótimo amante em anos seguintes. Agora já domesticado ele era só prazer, principalmente quando via ele me comendo na minha cama e eu podia ficar assistindo tudo pelo espelho. Ele realmente era melhor que qualquer negão de cinema pornô... Que corpão, que bundão subindo e descendo sobre mim... Nos vimos talvez umas cinco vezes e depois de de um longo tempo, o encontrei hoje, quando saí para a balada. Ele me viu ruiva e disse que agora poderíamos casar, eu estava perfeita. Cabelos ruivos, bundinha branca e com uma leve marquinha. Ele só sorriu e disse que eu nascera para ser puta, a sua puta...Repetimos a dose no banheiro da boate, sem mordidas e com muito tesão... Ele fisicamente continua o mesmo, não mudou nada, só realmente aprendeu a transar gostoso e só mordiscar, pelo menos quando esteve comigo. Ele tem um jeitão de selvagem que é só dele. Que boa recordação encontrá-lo, estou com o rabinho meio ardido, mas nem se compara com a primeira experiência! Já marcamos um encontro pra próxima semana! Êta amor de pica, que vai, volta e fica! Melhor: que vai volta e finca, só a pica... Esta história inicialmente foi escrita com o título de A Primeira Mordida, mas achei que o título atual tem mais a ver...


23) UM VERÃO INESQUECÍVEL

31 de dezembro de 2003... Acordei cedinho, as malas já estavam prontas, só as coloquei no carro e saí rumo à Balneário Camboriú. Antes das 11 da manhã eu já estava na cidade que estava uma muvuca só com tanta gente. Cheguei no local onde sempre ficava e já encontrei alguns amigos. Aí já começou o fervo, com música dance a todo volume, onde dançamos e curtimos o último dia daquele ano...Assim foi até até a virada em meio aos fogos que agitavam a praia lotada, apesar da chuva... Mais ou menos umas duas horas da madrugada eu caí na cama e só acordei no outro dia à tarde, efeito de uns goles de champagne... 1º de janeiro de 2004...O tempo não estava aquelas coisas, faltava o sol... Mas, não fiquei em casa, fui visitar minhas amigas de Balneário e aproveitei para fazer aquele tricozinho básico... à noite dei umas voltinhas de carro pela Atlântica, mas não rendeu nada. Acho que eu estava muito exigente... Fui para casa dormir. Nada como um dia após o outro. 02 de janeiro, o tempo já estava melhor e aos poucos foi saindo o sol... Fui à praia no comecinho da tarde. Que delícia, o sol banhava a praia e deixava o marzão bem azul... Não fiquei muito, porque já fico vermelha e como sou gata escaldada, sei como cor de camarão estraga as férias... Naquela noite, mais ou menos lá pelas 23 horas, eu não aguentava mais de vontade de agarrar uma pica. Fui à Avenida dos Estados dar uma voltinha básica e fiquei por lá andando como quem não quer nada quando encostou um carro e fui abordada por um belo bofe. Chegamos a um acordo para uma gulosa e saí com ele. Era um gaúcho lindo, grandão e com uma bela pica grossa. Ele nunca havia saído com travestis, me viu e achou que era a hora. Ele estava dando uma fugidinha da noiva e por isso queria apenas um boquete rápido... Ah que moleza, mas eu adoraria sentar naquele pau. Bem, dez minutos depois eu já estava na mesma quadra desfilando toda minha sensualidade novamente num belo rebolado... A noite parecia que iria render, já parou outro carro, dessa vez era um senhor que queria ir ao motel. Fomos então, pois ele queria fazer um 69. Mas, não ficamos só nisso, eu comi seu rabinho. E enquanto eu o comia ele se masturbou e gozou. Eu não gozei... No caminho de volta pensei comigo: será que eu não vou dar o meu rabinho? Três dias sem, já estava com teias de aranha,rs... Voltei à pista e fui recompensada. Passou um carro com dois gatos dentro. Um loiro, olhos azuis, lindíssimo ( devia ser de Blumenau ou Brusque - terras dos loiros assim, rs ) e outro moreno tão lindo quanto.Agora era a hora! Entrei no carro com eles e fomos a um lugar que eles conheciam numa rua ali pertinho, mas deserta. Enquanto um cuidava para ver se não aparecia alguém, eu chupava o outro. Não dei o rabinho não. Só chupei uma pica imensa que mal cabia na minha boca, era assim a pica daquele loiro, talvez o barman mais lindo da cidade. Depois foi a vez do moreno, mas, apenas comecei e ele achou melhor parar. Tudo bem, achei que ele não gostara da minha chupada, embora seu pau tenha ficado duríssimo e como era grande também... Hum, meu rabo só passou vontade...Enfim, coisas que acontecem. Eles se foram e eu fiquei a desfilar, claro depois de um pozinho no rosto e um retoque do batom. Continuava na caça de uma pica para meu cuzinho... Não se passaram dez minutos e o moreno estava de volta. Oh! Era ele mesmo, o que será que queria? Ele estava sozinho, deixou o amigo em casa e voltou, porque queria algo além de uma chupeta. Perguntou se eu tinha um lugar pra ficarmos mais a vontade. Fomos ao meu local, afinal eu estava sozinha. Agora sim, eu acho que iria dar o rabinho.Uh se dei, eu dei muuuuuuito. Suei na pica do moreno, mas também fiquei toda lambuzada, pois bati uma enquanto sua pica estava atolada no meu rabo. Depois que ele se foi, nem voltei mais à rua, pois estava totalmente satisfeita, com o cuzinho bem comido, rs...03 de janeiro. Outro dia lindo dia de sol. Aproveitei mais um pouquinho de praia, já estava ficando com uma boa marquinha, sem ficar tostada! Naquela noite saí com meus amigos de Curitiba que também estavam no mesmo local, claro que em outros apartamentos, no prédio do senhor argentino com várias kitches... Fomos à uma pizzaria... Ficamos uma hora pelo menos na fila, depois nos divertimos muito, comendo e fervendo no rodízio de pizzas. Acho que eu comi uns 7 pedaços. Já era quase meia-noite quando saímos. Mas, a noite ainda prometia novas emoções. Fui à Praia de Cabeçudas com duas amigas de Balneário para encontrar amigos delas. Eram todos argentinos e queriam ferver numa das boates GLS de Balneário. Uma t-girl e dois gatos. Fomos todos à boate, que fervo fizemos dentro do meu carro... Para agradar los hermanos, o som dentro do meu astra a todo volume com: la Cumpartista Dance e Ritmo de la noche... Chegamos à London, um dos points GLS mais famosos da ocasião... Dancei um pouco e achei que era bem melhor voltar à rua em que estava na noite anterior. De repente aquele loiro poderia voltar e desta vez me comer, hummm... Fui até minha kitch, retoquei a maquiagem e fiz o principal: a chuca, imagine depois de toda aquela pizza, era melhor garantir... Peguei o carro e dei uma voltinha pela orla, antes de ir a minha rua favorita. Fui parada numa blitz. O policial chegou e disse que eu estava com luz baixa, me desculpei, já deixei ele ver meus documentos e claro fiz um charminho. Documentos todos ok, mas o policial quis saber o meu nome, visto que ele percebera que eu era travesti e o meu nome não devia ser aquele da carteira de motorista. Lógico, não é meu bem??? Falei pra ele: - meu nome é Sabrina...! Ele perguntou onde eu estava? Disse a ele que estava pertinho dali. O papo ficou mais interessante pois ele queria me fazer uma visita. Falei que tudo bem, ele saíria às 7 da manhã e eu estaria esperando por ele, bastava ele ligar para meu celular... Mas 7 horas da manhã ainda estava longe, eram apenas umas 2 e meia... Saí da blitz, subi o morro rumo à Praia dos amores e fui dar uma voltinha por lá! Que bom! Acabei encontrando um menino que fica sempre me paquerando quando estou tomando sol à tarde. Ele estava no seu carro e me reconheceu. Buzinou, acenou pra mim e parei para conversar com ele. Daí a pouco já estávamos na minha kitch. Que delícia meu gatinho gaúcho agora estava me comendo. Ele disse que já havia batidos muitas punhetas vendo minha bunda enorme... Sim, quando fico deitada de barriga pra baixo tomando sol... Me comeu gostoso, gozou e foi embora. Fechei a porta e ouvi alguém me chamar: - Sabrina, Sabrina! Fui ver rapidinho, antes que acordasse todo mundo. Era meu gauchinho, queria uma ajuda, seu carro não pegava, rs... Lá fui eu, em cima de saltinho básico empurrar o carro do meu amiguinho. Não foi difícil, logo pegou no tranco e ele se foi rindo e dizendo que nos encontraríamos novamente qualquer hora. Lá pelas quatro da manhã eu chegava à rua, lá no meu point,rs... Cheguei, me encostei na parede e fiquei a espera de um possível cliente. Aliás, não demorou muito para encostar um carro, era um velho conhecido, já havia saído com ele em outras temporadas. Fomos ao motel. Ele é um homem grandão, que adora comer cuzinho de travesti. Seu tesão é comer e ver a gente gozar. Ficamos transando e namorando um pouquinho quando de repente ele olhou no relógio e disse: - Poxa, já são quase seis horas, o dia está amanhecendo, vamos nessa! Ele me levou pra casa e aí só me restava dormir, mas eu estava ainda tão acesa! Arrumei um lanchinho e estava comendo e imaginando tudo o que tinha acontecido na noite que acabara. Nisso tocou o celular. Era o policial da blitz! Estava na frente do prédio! Abri a porta e fui atendê-lo! Que delícia, um policial fardado, estava ali para tomar um cafezinho comigo! O café ficou pra depois, pois já passava das 7 da manhã, então eu fiz uma gulosa pra ele. Todo fardado, ficou em pé, eu me ajoelhei na sua frente, ele abriu o zíper e tirou seu pau pra fora. Alisei um pouco, já estava duro. Coloquei uma camisinha e chupei a pica do policial. Ele perguntou com jeitinho se poderia enfiar no meu cuzinho! Falei que sim e me encostei na parede com as pernas abertas. Falei: - Venha policial, faça a batida! Ele veio, colocou sua pica na portinha do meu rabinho, enquanto isso eu fui rebolando e engolindo aos pouquinhos. Ele segurou na minha cintura e deu umas três ou quatro estocadas e berrou que estava gozando! Vestiu-se rapidinho, disse que me ligaria outra hora e se foi... Não sei se alguém viu, mas bobagem, que aventura deliciosa! Oito horas da manhã e eu fui tirar uma soneca! 04 de janeiro... É claro que eu conto o dia só depois que acordo, pois na madrugada desse dia eu estava aprontando tudo o que vocês já leram, rs... Levantei depois das duas tarde. Normal, não é? Fiz um lanchinho e fui à Praia! Lá estavam algumas amigas e me juntei a elas. Sempre que estamos por ali, alguns rapazes ficam nos observando de longe. Ficam sentadinhos e quando percebem que a gente está olhando pra eles, passam a mão na sunga e fazem toda aquela sessão que vocês já sabem! Nessa tarde, um em especial me chamou a atenção. Fui à banquinha ali pertinho pegar uma garrafinha de água e ao passar por ele, vi que tinha lindos olhos verdes, ficavam ainda mais contrastando com a sua pele morena e bronzeada... Mas, não foram seus olhos verdes que me deram um friozinho na barriga, claro, ajudou!  Sentado na areia, olhando pra mim e por baixo de uma das pernas da sua bermuda, a cabeça do seu pau saía e dizia oi. O que era aquilo, uma terceira perna? Fiquei incomodada e não consegui mais ficar ali na areia... Dei um tchauzinho às amigas e fui em direção ao meu carro. O rapaz estava de bicicleta. Quando percebeu que eu estava colocando meus apetrechos no carro para ir embora, ele pegou sua biclicleta e passou a toda velocidade e desapareceu das minhas vistas. Imaginei que ele iria me esperar mais adiante. E não deu outra. Lá estava ele paradinho apenas me esperando. Segui pela praia e ele me acompanhando. Perguntei se ele podia me seguir até minha casa, pois não era muito longe! Ele topou. Finalzinho de tarde, havia um pouco de congestionamento na Avenida dos Estados, mas não demorei muito para me livrar. Ele sem me perder de vista com a sua bike...Chegamos ao meu apartamento e ele entrou com bicicleta e tudo. Sentou no sofá e já tirou sua bermuda, sua pica ficou balançando. Era uma pica comprida, não muito grossa, mas daquelas que vão lá no estômago! Pus uma camisinha e comecei a chupar. Ele já queria me comer. Não via a hora de enfiar aquela linguiça em mim. Fiquei de quatro e ele veio por trás. Não demorou muito e eu já sentia aquilo quase na minha garganta, rs... Deitei no chão e empinei a bunda, ele comia com força e muita vontade. Esfregando meu pau no piso acabei gozando. Enquanto gozava, contraí meu cuzinho e por sorte senti que ele também gozara. Foi fantástico! Disfarçadamente, fui rápida e tirei a camisinha, afinal minha chuca podia ter vencido, ou como diz uma amiga minha: ter dado retreta,rs... Que sorte, tudo estava ótimo! Meu gato de olhos verdes tomou uma duchinha, pegou sua bicicleta e saiu de mansinho... Nessa noite não saí, estava satisfeita,rs... 05 de janeiro... Fui com uma amiga de Balneário até Blumenau para ele pagar seu carro que estava no conserto. Voltei sozinha e aproveitei para ver o por do sol numa praia encostadinha em Itajaí... Sentei pertinho da casinha dos salva-vidas e fiquei apreciando a paisagem. Que bela paisagem! Uns cinco gatos, um mais tesão que o outro... Shortinho vermelho, camiseta regata amarela corpos ágeis e sarados. Como já estava anoitecendo, a praia já estava quase vazia... Passei pela casinha e um deles mexeu comigo. Eu parei e fiquei conversando. Conversa vai, conversa vem, dei o número do meu telefone e disse que eu queria uma festa com os cinco! Gulosa eu hein? Mas, o máximo que consegui dali foi quando um deles, apenas abaixou o calção e mostrou sua pica. Isso é que é malvadeza hein? Só acendeu meu tesão... O carro dos bombeiros passou e levou todo mundo e eu só podia agora ir pra casa e sair mais tarde... Mas um dos salva-vidas me deixou boquiaberta, ele era o homem pra casar, rs...Fui pra casa desanimada, fiz mais um lanche e por volta das dez da noite já estava na avenida.Essa noite trabalhei muito. Saí com dois homens de Curitiba, um de Porto Alegre e uns cinco da região, durante o período em que fiquei na rua, mais ou menos até 6 horas da manhã! Já deu pra ganhar todo o dinheiro que havia pago pela temporada na kitch. 06 de janeiro... Pra variar acordei tarde novamente. Fui à praia e aproveitei mais uma linda tarde de sol. Quando anoiteceu saí da Praia dos Amores e voltei à praia onde fiquei encantada com um dos salva-vidas na tarde anterior. Só que dos cinco da tarde anterior, devia ter apenas uns dois, e os outros não pareciam ser tão amistosos. Fiquei andando por lá, alguns homens jogavam futebol na areia. Sentei numa pedra e fiquei a pescar, sei lá o quê! Um rapaz meio tímido que me observava de longe, disfarçadamente ia chegando, chegando mais perto e deixando sua timidez de lado, pediu se eu podia mostrar os peitinhos pra ele. Entrei na onda das travestis que dizem: - só pagando eu mostro os peitos, cada um custa tanto, rs... Não é que ele topou.Disse que me dava 50 reais se eu deixasse ele lamber só um pouquinho. Já era quase noite, fomos atrás de uma pedra grande e eu cobrei primeiro, rs... Ele me deu o dinheiro, eu abri a parte de cima do biquini e deixei ele pegar meus peitos, que por sinal estavam lindos, afinal já tinham uma bela marquinha de sol... Como não havia ninguém por perto, disse que ele poderia se masturbar enquanto me lambia. Ele sorriu, tirou seu pau pra fora, começou a me lamber e gozou em seguida. Meio sem jeito, me agradeceu por realizar sua fantasia e saiu... Eu fiquei me arrumando, quando chegou um salva-vidas...Era aquele que havia me mostrado o pau na tarde anterior... Sorriu pra mim e me chamou de safadinha. Disse que sabia o que eu tinha feito. Aí eu fui mais putinha ainda, disse pra que ele chegasse mais perto e me mostrasse de novo seu pau! Ele perguntou se eu tinha camisinha. Abri minha bolsa e disse que era o que mais tinha, rs... Ele baixou um pouco seu shortinho juntamente com a sunga preta por baixo e pulou pra fora a sua pica bem dura...Coloquei uma camisinha no seu pau e comecei a chupá-lo. Que delícia chupar o pau de um salva-vidas na praia, schluuuup!!!. Mas, não durou muito minha alegria, um dos amigos passou e gritou: - Vamos cara! Ele vestiu-se rapidamente e saiu sem gozar, dizendo que nos veríamos outro dia! Fui pra casa e me arrumei pra mais uma noite de trabalho. Saí com dois gatinhos, um quis só uma chupeta, que fiz dentro de seu carro... O outro me convidou pra ir para o seu apartamento que era pertinho dali. Cheguei lá e subimos até o terceiro ou quarto andar e entramos na maior surdina pois ele tinha outros dois amigos que estavam dormindo. Fomos ao banheiro e lá dentro, chupei e dei gostoso para aquele menino taradinho.Perguntei que idade ele tinha! Ele falou: 23, mas parecia menos, rs...Quando estava saindo, estava chegando um outro que também morava ali, ou estava com eles! Era fim de feira mesmo e fiz dois pelo preço de um, rs...Voltei à rua e fiquei um tempão conversando com um segurança lindo que fazia seu trabalho de ronda. Ele é um gato, mas não curte sair com travestis pelo menos ainda não até aquela data... Acho que se ficasse mais uma semana por lá, acabaria convencendo-o. 07 de janeiro... Foi meu último dia, digamos que desse feriadão, pois voltei mais duas vezes naquele verão. Então quis curtir muito, afinal estava sendo a minha melhor temporada até então em Balneário Camboriú... Peguei sol à tarde, fui procurar o salva-vidas que me encantou ainda no dia 05 com o pretexto de dar tchau... Consegui encontrá-lo. Super legal, conversamos, ele era tudo de bom. Deixei meu número, caso ele aparecesse em Curitiba. Até hoje, acho que ele não veio, rs... Naquela noite trabalhei mais um pouco e fechei com chave de ouro, ou seria de cu, a minha estadia por ocasião do reveillon de 2004... Essas aventuras de verão foram pura curtição e tesão. Anotei tudinho na minha agenda, o que fiz, com quem saí, o que ganhei, o que aprontei, por isso essa história repleta de detalhes das situações maravilhosas, constrangedoras e também engraçadas, quando eu até poderia descrever uma a uma como nova da série das aventuras de Sabrina...Espero que vocês, meus caros leitores tenham gostado. Esse foi sem dúvida um dos melhores verões da minha vida!


24) UM GAÚCHO BEM-DOTADO
UMA AVENTURA BEM LOUQUINHA COMO MUITAS QUE PROTAGONIZEI EM BALNEÁRIO CAMBORIÚ... 


Esta história também aconteceu em Balneário Camboriú. Eu estava com uma amiga me fazendo companhia num final de semana na temporada... Estávamos em casa, há pouco havíamos chegado e minha amiga que não estava muito bem, deitou-se cedo...   Eu estava com vontade de sair e estava sem cigarros, quando estava em Balneário eu adorava fumar um cigarrinho... Como havia um barzinho ali perto eu saí para comprar... O barzinho ficava a duas quadras de onde estávamos hospedadas naquelas kitches que sempre cito. Com meu vestidinho rosa básico, um chinelinho mais básico ainda saí em direção ao bar... Ao atravessar a primeira quadra, na escuridão daquelas ruas percebi que havia um carro parado com as luzes internas acesas. Mas, o que me chamou a atenção foi que vi um cara lá dentro e parecia um gostosão dando sopa... Sabe quando a tentação bate forte? Pois é, passei devagar, ele me viu e acenou pra mim, pedindo para que eu fosse conversar com ele... Uau, eu devia estar com uma aura bem de puta ou uma bem fácil. Eu fui, ao chegar na janela de seu carro, deparei-me com um moreno sexy que estava usando apenas um shortinho amarelo. Ele com um cigarro na boca e perdido em meio a muitos papéis que tentavaorganizar, perguntou-me o que eu estava fazendo por ali.  - Programa? Humm ele já catou que eu era trava, rs... Falei que não, eu estava indo comprar cigarros. Gentilmente ofereceu-me um dos seus que prontamente aceitei.

Conversamos um pouquinho e enquanto ele beijava meus seios praticamente enfiados nas suas fuças, eu alisava o seu pau, que cresceu, cresceu e saiu pra fora do shortinho. - Nossa! O que é isso? Eu falei vendo o tamanho do seu pau... Ele disse que podia ser todinho meu. Fiquei com uma coceirinha no rabinho e meu pau começou a latejar. Hummm que vontade! Eu quero! ( pensei comigo, dando uma de mais difícil )... Disfarcei e disse que já voltava, pois o bar onde eu iria estava já baixando a porta de ferro e como mais tarde eu ainda queria rodar bolsinha, não podia ir sem... Pedi pra que ele me aguardasse eu voltaria rapidinho... Disse inclusive que quando eu voltasse queria vê-lo sem o shortinho e de pau bem duro! Que pedido hein?  Fui até o bar, comprei uma carteira de cigarros, dois chicletes ( um halitozinho mais fresco iria bem ) e por sorte o carro estava lá no mesmo lugarzinho. Voltei à janela do ladinho  dele, e qual foi minha surpresa? Ele estava todinho nu e com aquele pau imenso todo duro. Enquanto eu olhava  e me deliciava com a cena, ele com uma cara de safado, alisava aquilo tudo meio que dizendo: - o que você está esperando?... Pediu então para que eu entrasse e desse um beijinho no seu pau.  Atendendo o pedido dele, mais que depressa entrei no carro. Sentei-me ao seu lado e comecei a pegar e a ficar impressionada com o tamanho e a beleza da sua pica! Ele perguntou se havia um lugarzinho onde a gente pudesse ficar mais a vontade. Pensei em levá-lo pra casa, mas hesitei. Lá já estava minha amiga dormindo e ela não estava muito legal e de repente sei lá quem era a figura para já levar pra dentro... Sugeri que ficássemos alí mesmo, pois a rua estava deserta, escura e passava somente um ou outro carro que nem nos via. Eu não largava seu pau e não via a hora de ter aquilo tudo na minha boca, claro que no cuzinho também, mas se não fosse possível, já estaria de bom tamanho apenas chupá-lo! - Beije logo a minha pica!  Disse ele já meio afoito! Mas, não caí de boca assim, rs... Já estava mais ajuizada, vocês lembram de histórias passadas não é? Por exemplo, um queijinho quem sabe...  Então pedi se ele não tinha uma camisinha. Ele procurou no porta luvas, disse que sabia que havia uma por lá. Realmente estava uma bagunça lá dentro e a gente com aquela vontade, que já achei que não iria rolar, quando ele finalmente encontrou-a. Desenrolei a camisinha na sua vara e ela ficou um pouco abaixo da metade. Então me agachei e comecei a chupá-lo. Tentava colocar na boca o máximo que conseguia, enquanto isso ele dava bons tabefes na minha bunda, também afastava a calcinha e enfiava o dedinho no meu buraquinho... Chupava, salivava, aproveitava aquela saliva toda que eu fazia no seu pau e já ia lambuzando meu rabinho, pois a vontade de dar era grande, mas sabia que iria sofrer sem lubrificante, aquele que estou acostumada a usar... Inclusive até bom seria se tivesse a pomadinha mágica, ficaria bem melhor, mais enfim... 

Bem, eu estava chupando uma picona de um gaúcho de Porto Alegre, um representante comercial que estava apenas de passagem por ali e me encontrou. Delícia de gaúcho pauzudo.  Sem contar que era um gato meio bronzeado, cabelão castanho escuro cheio, jogadão meio de lado, sorriso lindo e uma carinha de safado. Eu queria sentar na sua vara, mas estava com um pouquinho de medo! Pode crer, eu estava com medo que a camisinha estourasse, enfim que me rasgasse também, porque ali estava uma pica de dar medo. Naturalmente devia ter uns 23 cms de comprimento e além de tudo muito grossa... O que fazer? Ele posicionou-se no banco pra que eu sentasse em cima dele. Mal cabia ele naquele espaço e eu toda sem jeito fiquei em posição de sentar-me. Ele me prendeu nos braços e foi cutucando devagarinho com aquela vara no meu cuzinho. Por sorte já estava lubrificadinho e o negócio começou a entrar. Então ele me puxou com tudo e entalou-me literalmente! Eu tentei gritar, mas minha voz não saiu. Que dor!!! Ele agarrado aos meus peitos, apenas bombava-me com certa brutalidade, e eu não tinha pra onde fugir, pois estava presa no teto... Meu pau, naquela hora já havia até se recolhido... Ele continuava metendo e dizendo que eu era um putinha que tinha levar muito pau no cuzinho e ainda fazia eu confirmar! Eu gemendo confirmava, mas gemia era de dor mesmo!!! Sei lá, acho que o subconsciente mandava eu responder. O consciente estava contabilizando a dor, rs... Eu achei que iria perder os sentidos e, não estou exagerando. Não queiram estar numa situação dessas, é desconfortável, a dor domina tudo e você só quer é sair dali o mais rápido possível... O tesão passou... Por sorte, ele não demorou muito e gozou jatos fortíssimos dentro do meu cu... Eu estava travada, amortecida, só caí no banco ao lado e tirei a camisinha que por sorte ainda estava inteirinha e cheia de porra, por sorte só porra, rs... Ele ainda deu um belo tapão no meu rabo e perguntou se eu havia gostado! Eu toda torta e dolorida disse que estava pronta pra outra. Já pensou se ele também estivesse? Mas tudo bem, saí do carro, dei um beijinho nele, trocamos números de telefone e fui pra casa dormir... Corri ao banheiro e tomei uma duchinha, ao colocar a mangueirinha na entrada do meu buraquinho senti o estrago, ele estava com uma bela fissura... Isso quer dizer que eu havia sido rasgada! Ai odeio ficar com fissuras! E, o jeito foi ficar em casa naquela noite. Tentei dormir, mas a dor foi constante a ponto de ter que levantar e procurar uma fármacia onde comprei xilocaína e um comprimido analgésico. Voltei pra casa fiz mais uns banhos de assento com água bem morna e depois passei xilocaína. Com o comprimido em seguida pude dormir, mas fiquei usando a pomadinha durante os próximos quatro dias, pois não dava de fazer limpeza interna e muito menos transar sem antes dar uma anestesiada no local. Que coisa hein? Isso sim é que é tomar no cu!!! Mas, se estivéssemos numa cama, onde eu pudesse dominar a situação tudo poderia ter sido muito mais gostoso. 

Daquela trepada no carro, só o sabor da aventura mesmo! Porque de resto, como eu poderia ter prazer se até quando falava, eu sentia a fisgadinha no cuzinho! Esse gauchão violentou-me, sentiu prazer e o mais importante, não posso dar queixa do abuso, eu permiti, eu o induzi, eu fui a safada e como diz o ditado: "quem procura acha"...  Tome cuidado ao sair louca atrás de um pauzão! Mais vale muitos pauzinhos no cuzinho e você feliz, do que uma jebona que deixa de molho quase uma semana! Ainda bem que não existiram maiores complicações, o que também poderia ter acontecido, afinal poderia ter sido presa por atentado violento ao pudor se algum policial nos visse por exemplo, rs. Mas, olha que sinto saudade. Saudade daquele abuso concensual. 





25) RODANDO BOLSINHA

Pra variar eu estava novamente em Balneário Camboriú... Esse seria mais um reveillon na bela cidade litorânea de Santa Catarina... Estava chegando o ano de 2006! Quando saí de Curitiba já passava das 20 horas, mas 22 e 30 eu já estava lá! Uma amiga foi de carona comigo, mas chegando lá foi-se para outro lugar... Cheguei na minha parada de sempre, nem desarrumei a mala e com um modelito básico chegara à rua... Rua da labuta... Meu lado bagaceira  falava mais alto e lá estava euzinha na esquina, com bolsinha e cigarrinho na boca! Como eu adorava ir para lá para rodar bolsinha e transar num mocozinho delicioso e discreto. Junto comigo, outras três, uma, minha lindíssima amiga argentina Marcella, as outras eram emergentes e eram da região mesmo! O movimento de carros era enorme, afinal a cidade já estava abraçando gente de tudo o que é lugar para o reveillon... Poucos paravam por ali. Os que paravam ainda achavam que éramos mulheres e não ficavam... Conversa vai, conversa vem, entrevistas, muito show dos bofes escrotos como: Oi João, José, Nelson, Rambo, é coca ou fanta? etc... E a noite passando... Minha amiga Marcella saiu com um bofe... As outras também se foram... Eu fiquei mais um pouquinho, não queria ir embora virgem! Fiz bem. Logo parou um carro. Me chamou e quando me aproximei já vi que era um cliente de outras temporadas. Combinamos um valor para uma chupeta e fomos ali por perto mesmo! Coloquei uma camisinha no seu pau e caí de boca... Ele segurou minha cabeça, me levantou e deu-me um beijo na boca! Pedi desculpas pelo cheiro do cigarro, mas disse ele que não importava e o que queria era ir para a cama comigo! Fomos então para o meu local! Eu estava sozinha na kitch, pagaria a hospedagem que era cara com o dinheirinho ganho na pista, rs... Chegamos, liguei o ventilador e nos jogamos no sofá, claro já peladinhos! Chupei seu pau com gosto, enquanto esfregava meu dedinho no seu rabinho... Ele delirava de tesão, mas o máximo que fizfoi passar o dedinho... Ele não curtia ser passivo, até já havíamos tentado uma outra vez, mas ele não gostou! Então eu fui a passiva! Lambuzei meu cuzinho, fiquei de quatro com a bundinha bem empinada e ele veio e enfiou tudinho. Seu pau não era grande, mas ele sabia foder e eu já estava louca de vontade de gozar! Ele metia no capricho. Segurava-me forte pela cintura apesar que eu deslizava para os lados no contato com as pernas dele.. O calor aumentava cada vez mais, sentia seus pingos de suor caírem sobre minhas costas, mas sua performance era invejável! Quando finalmente cansara, me chamou para perto dele e ficamos frente a frente,olhos nos olhos!!! Olhos nos olhos, foi apenas modo de dizer pois nossos olhos estavam fechados... Então boca a boca, língua com língua e muitos gemidos de prazer enquanto nos masturbávamos... Quase nos engolindo um ao outro, ele explodiu sua porra sobre minhas pernas, mas eu não gozei! Quando quis gozar anteriormente, segurei e naquela hora não consegui... E eu queria mesmo era gozar com seu pau dentro de mim!!! Mas meu gatinho tomou um banho e estava prontinho pra ir! E me levou junto... Deixou-me exatamente onde me pegara! E a noite continou... Bem estilo putinha, lá estava eu de novo na esquina, salto alto, bolsinha e fumando... Eu não estava satisfeita, eu queria era gozar! Nisso parou outro carro... Que legal, mais um cliente de outras temporadas! Já havia saído com ele três vezes, a primeira vez fora no motel, a segunda na rua mesmo e a terceira no meu local! Ele sorriu e disse: - Que bom te ver por aqui de novo menina! Vem cá, vem me fazer gozar! Entrei no seu carro e rodamos até achar um local aconchegante, pois ele queria dentro do carro mesmo! Percebi que isso já fazia parte do fetiche! A sensação de alguém nos pegar o excitava muito mais... Ele baixou a calça, eu coloquei uma camisinha enquanto ele dizia, venha chupar o pau do papai! Eu chupei o pauzão do papai enquanto ele colocou o dedinho no meu cuzinho... Meu cuzinho piscava de vontade, mas não seria desta vez, pois não havia condições para isso naquela hora! Então o paizão encheu a camisinha e suspirando aliviado me levou de volta ao point! As emergentes estavam por ali de novo... Uma ficou comigo, a outra preferiu ficar só e afastou umas quadras acima! E a noite enfim, estava terminando... No horizonte os primeiros clarões do dia já estavam colorindo as nuvens! E eu ainda não havia gozado! Dei mais umas voltinhas pela rua, descendo umas duas quadras, quando alguém me chamou... Fui ver quem estava me chamando. Atrás de um muro, tinha um rapaz... Ele pediu para que eu pulasse o muro pra ficar com ele! Falei que não poderia...Me afastei dali e ele me seguiu... Fomos então para um outro lugarzinho mais apropriado, um mocozinho, meu motel ao luar. Chegando lá, ele não queria ficar logo na entrada, onde fazíamos os atendimentos, queria entrar mais para dentro do mato! Eu disse que não entraria num matagal de jeito nenhum! Pedi pra que ele fosse com minha amiga que estava no ponto, ela entraria no meio do mato, mas ele não quis, queria era ficar comigo, havia gostado de mim, disse ele! Foi então que dei um ultimato: - Ou você fica aqui comigo, ou então se manda!!! Ele quietinho se abaixou e disse: - O que eu quero é dar pra você! - Você me come? Fiquei pasma, toda aquela cerimônia era por causa disso, rs... Mas disse que não precisaríamos ir lá no fundão do mato pra fazer isso, e então fizemos ali mesmo.  Achei que aquele gato de olhos verdes, corpo sarado, vinte e dois anos no máximo, queria me comer e eu iria finalmente gozar! Mas, rapidamente ele colocou uma camisinha no meu pau, agachou-se e me chupou. Como já começava a raiar o dia, ele não perdeu tempo. Ficou de quatro, lambuzou o cuzinho com cuspe e pediu pra que eu o penetrasse. Meu pau entrou na boa, ele já estava acostumado a levar naquele rabinho, estava bem espaçoso! Abracei-o e enquanto fazia o vai-e-vem o masturbei...Ele gemeu baixinho,  rebolou e eu o apressei  para que gozasse rápido pois aquela posição estava incômoda, sem contar o local começava a ficar iluminado! Ele também não gostaria que ninguém o visse sendo passivo, rs... Mas, tudo bem, ele gozou rapidinho, deu-me o presentinho e sumiu rapidamente! E eu? Acredite se quiser, fui embora dormir... O cansaço era tanto, que mesmo sem ter gozado, não estava tão louca, como em outras ocasiões! Deitei pensando na última transa, aquele belíssimo rapaz todo assustado e louquinho para dar o cuzinho... Seus olhos verdes tão brilhantes, sua boca vermelha tão bonita, seu corpo perfeito queimado pelo sol, sua boca ávida por um pau e com muito mais vontade estava seu cuzinho em meio a uns pelos loiros,que a alvorada desvendava! O que me deixava intrigada era o fato de que aquele gatinho era perfeito para acabar com meu tesão, mas o meu maior desejo, era o dele também. Ele enfim o realizou... Eu acabei deixando cair a ficha e adormeci... Nada como uma noite com um dia no meio não é mesmo? Pra mim, seria nada como um dia no meio da noite!!!!O  motel sereno funcionou ainda funcionou muito bem naqueles dias que ainda fiquei em Balneário Camboriú, mas não vou contar outras histórias porque ficariam repetitivas, mas pode crer que foi muito bom. Esta história foi escrita inicialmente com o título: agitando em Balneário Camboriú, mas este título ficou mais apropriado...  Afinal muitas de minhas aventuras de Sabrina foram de agitos por lá!!!



26) CORRA QUE É BABADO!

Vocês adoram ler minhas histórias não é mesmo? Principalmente aquelas em que passei por apuros, rs... Então vamos para mais aventuras, que podiam ser até da sessão Sabrina em Apuros, mas na primeira ainda não sou nem Sabrina e na segunda já sou Drikka, rs...
No carnaval de 1991  na Ilha do Mel, vivi outra história daquelas em que eu ainda não Sabrina, mas gostaria, rs... Eu e mais cinco amigos fomos para a ilha e resolvemos acampar. Nunca tinha feito isso. Foi a primeira e última vez pelo menos até agora. No meio do mato em "Encantadas" na Ilha do Mel armamos nossas barracas e curtimos quatro dias de carnaval com muito sol e nenhuma gota de chuva. Nossos banhos eram numa bica que ficava a uns 1000 metros do local, com direito à fila e banho de cuequinha estilo Big Brother. As necessidades fisiológicas eram feitas no meio do mato mesmo! Era só preciso ter cuidado onde se pisava, principalmente se fosse à noite. Mas tudo era festa e nas noites estreladas percorríamos aquelas trilhas em busca de sexo. Não era fácil, mas também não impossível! Numa das noites eu e mais um amigo resolvemos nos montar para ir a um forrozinho. Nossos apetrechos de montaria na ocasião eram coisas para carnaval mesmo! Peruquinhas de rafer, meias arrastão, shortinhos jeans e purpurina... Ainda não sabíamos acuenda a neca, então os shortinhos ficavam com recheio aparente mesmo. Camisetas regatas viravam mini blusas... Um lápis preto para realçar o olhar, um batonzinho vermelho, pancake e pó. Não cobria o xuxu ( chuchu - barba áspera que lembra o legume)... Pronto, estávamos produzidas, eu e mais um amigo, os outros não se montavam. A ilha é pequena, mas mesmo assim tinha dois forrozinhos funcionando por lá, escolhemos um e entramos. Uau, a gente parou tudo. O povo logo começou a rir e alguns bofes mais zuando vieram nos tirar para dançar. Olha, começou um fuzuê e daí a pouco sei que estávamos correndo atrás de nossas perucas. A diversão passou dos limites, alguns minutos depois eu e meu amigo saímos num trote com alguns correndo atrás de nós e não era pra dançar não, acho que iríamos apanhar. Ainda bem que estávamos de tênis, rs, pernas pra que te quero. Eu fui pra um lado, meu amigo pra outro. Segui por uma das várias trilhas que cortam a ilha e acabei chegando à beira mar do outro lado. Eu disse outro lado, pois o forró também era à beira-mar, mas então imagine que atravessei de costa à costa na correria, rs... Não sei chutar a extensão, mas também não é muita não.  Antes de descer à praia propriamente dita, num dos barrancos havia uma galerinha de sete rapazes sentados fumando um baseadinho. Cheguei até eles, com a produção já meio destruída, mas com a peruquinha de rafer prateada na cabeça, rs... Acho que de cara já cataram que eu era uma moninha e ofereceram uma bola, que eu recusei, mas conversa vai, conversa vem, não recusei cair de boca e chupar o pau de um por um. Imagine o fervo, sete rapazes juntos, já meio que tombados, mas eu tava chupando, bem ou mal. Daí a pouco um dos meninos disse: - Sujou pessoal! Olha a polícia! Realmente, logo recebi um fecho de luz de lanterna na cara. Dois policiais faziam ronda e queriam saber se estava rolando droga. Os rapazes disseram que não e ainda ofereceram a minha chupeta pra eles que agradeceram e saíram nos deixando numa boa, rs... Então a farra continuou. Dois dos rapazes quiseram me comer, baixaram meu shortinho, minha calcinha e começaram a esfregar um de cada vez a pica no meu rabo. Camisinha não tinha. Se eu levei para o forró, perdi com a minha bolsinha na correria. Ali portanto, ninguém tinha, por isso eu estava na chupeta só. Apesar da Aids na época já estar fazendo vítimas, o meu medo maior era de passar cheque. Ali na ilha não tínhamos como fazer a chuca, eu não conhecia ainda aquele frasco para situações eventuais e ainda sem camisinha, não tinha como. Apesar de sentir alguns cutucões, eu escapei de levar no rabo. Acho que fiz quase todos gozarem, alguns na minha boca e tudo ficou bem com bochecho com água salgada. Voltei então para nossas barracas. Ao chegar já encontrei os três amigos que ainda riam dos apuros pelos quais eu e meu amigo passamos no dito forró. Contei do que tinha feito e ficamos conversando, fazendo um lanche e essas coisas que se pode fazer num acampamento limitado. O outro que havia se montado, ainda não tinha aparecido, mas não havia por onde procurar, mas achamos que devia estar em alguma putaria, senão já estaria dormindo. Nós é que acabamos adormecendo. Mais tarde acordei com meu amigo chegando, ele era meu companheiro de barraca. Estava todo assustando e andando de pernas abertas. Disse que havia sido pego por uns cinco homens numa barraca. Alguns ou algum deles tinha o pau tão grande que seu cuzinho estava arrebentado. Uau, quis saber onde era essa barraca, rs... Mas, meu amigo me disse que não havia sido uma boa coisa não. Seu rabo estava sangrando, nos mostrou quando passou o papel higiênico. Ele não passou cheque em nenhum deles, mas tudo aconteceu sem camisinha, babado hein? De qualquer forma, eu adorei a aventura, por sorte saí com alguns arranhões, mas adorei aquele carnaval na Ilha do Mel. A outra história de arrepiar foi no carnaval de 2000 em Florianópolis... Aí eu já era até Drikka, mas meus amigos por lá só me chamavam de Sabrina, afinal eu como Sabrina aprontei poucas e boas em Floripa... Numa maravilhosa tarde de sol, me torrei na praia da Galheta em companhia de amigos de lá mesmo! Mas, já estava anoitecendo, quando eu resolvi dar umas voltinhas pelos carreiros para uma caçadinha básica... Peguei minha mochilinha e entrei no carreiro principal em direção à Praia Mole. Na subido do morro passei por um bofão que encarei e fui correspondida e pronto, o cuzinho piscou de vontade! Começamos a conversar e ele sugeriu que fóssemos a um local super tranquilo que ninguém nos atrapalharia. Louca de tesão pelo bofe, enxergando só com o olho do cu, o segui sem pestanejar. Ele tinha quase dois metros de altura, careca, sarado, bronzeado, estava apenas com uma bermuda vermelha, estava simplesmente sexy, o sonho de consumo de toda a mona! Seguia-o, imaginando que belo necão estava ali adormecido a minha espera para acordá-lo! Chegamos a uma clareira no meio do mato, bem em cima, no monte mais alto entre a Galheta e a Praia Mole. Mas, era um pouco mais para dentro da mata fechada. Quando chegamos, ainda havia sol... Então, estendi minha canga e ele quis por que quis que eu ficasse toda pelada. Fiquei de calcinha e tirei a parte de cima do biquini. Me ajoelhei na sua frente e ele abriu o zíper, mas não rolou uma cobra não! Era apenas uma minhoquinha que não subia por nada. Eu caí de boca, podia ser uma caixinha de surpresa, mas surpresa fiquei quando aquilo não endureceu.  Ele estava em pé, fechando toda a entrada da clareira, pelos lados, era impossível passar. Comecei a ficar amedrontada. O bofe não se excitava por nada e havia percebido a minha decepção. Então já começou a deixar bem claro que queria um presente: traduzindo, eu seria assaltada! Levantei-me e comecei a esfregar meu bundão nele, passando uma imagem de descontração, mas na minha cabeça eu já desenhava uma fuga, mas não sabia como. Agarrei minha mochilinha e fiz de conta que iria pegar uma camisinha, quando me joguei sobre ele e consegui sair correndo até a trilha em cima do monte! Ele gritou e tentou me agarrar, mas eu acho que o bronzeador e o suor haviam me deixando escorregadia, ele não obteve êxito! Saí louca à toda só no topless... Corri o suficiente para ver que ele não estava atrás me mim, me escondi e fiquei vigiando-o. Ele saiu calmamente e desceu o morro em direção à Praia Mole pelo lado de cima, ou pelo meio do mato. Eu já refeita do susto voltei, peguei minha canga, minha parte de cima do biquini e também fui em direção a Praia Mole, só que pela beira do mar...A essa altura já era noite, ainda não muito escura... Meu medo era de encontrá-lo mais a frente, mas andei só pelos caminhos onde haviam mais pessoas, mas por sorte não o vi mais! Ufa! Que sufoco! Voltei para o centrode Floripa, tomei uma ducha e fui ferver na frente do Roma. Estava animadíssima, mas nas pernas alguns vergões lembravam da fatídica aventura daquela tarde! Mas, apesar de tudo meu fogo estava a mil e fui em busca de novas aventuras naquela noite mesmo! Esta história eu escrevi originalmente com o título Histórias de Carnaval, mas preferi mudar pois tenho outra história que se chama Diário de um Carnaval!



27) SURFANDO QUALQUER ONDA


Esta história aconteceu no mês de janeiro de 2002... Estava em Curitiba em pleno domingo à tarde ensolaradíssimo e quente... Estive no litoral de Santa Catarina no reveillon, mas não podia ficar lá o verão todo, tinha que trabalhar... Ah, realmente numa tarde de domingo e ainda quente, não dá de ficar em casa, principalmente quando a gente conhece muito e muito bem uma praia e suas delícias, rs... Coloquei um vestidinho básico, uma sandália rasteirinha e saí dar uma voltinha à pé pelas redondezas, só mesmo pra sair de dentro de casa... As ruas estavam desertas, acho que todo mundo devia estar na praia. Saí pela Alferes Poli onde moro, subi a Sete de Setembro e dobrei à esquerda na Vinte Quatro de Maio. Quando estava mais ou menos no meio da quadra, encostou um carro e o motorista me chamou. Olhei, uau, um loirão enorme, saradão, bronzeadíssimo, com o corpo todo brilhante e ainda um sorriso lindo... Não vi seus olhos, pois estava com óculos e scuros que só aumentaram seu charme sensual. Pensei que ele gostaria de uma informação e me aproximei. Sorrindo todo encantador ele perguntou o que eu estava fazendo toda rebolativa pela rua. Falou que adorou o meu rebolado e parou apenas para me elogiar (?)... Fiquei um pouco sem graça, pois sou tão tímida assim em local público. É sério, dentro de quatro paredes, pinto e bordo, mas nas ruas, ainda mais com todo aquele sol e 16 horas da tarde. Bem, mas diante daquilo tudo, ainda um volume enorme dentro da sunga verde limão daquele deus grego, eu fiquei atentada. Ele me contou que estava voltando do litoral aqui do Paraná, onde foi surfar um pouco. Realmente havia uma prancha atravessada pelo carro na parte de dentro. Cheguei mais perto e quase com os peitos na sua cara, ele disse que queria dar uma lambidinha nos biquinhos dos meus peitos. Antes, olhei para os lados, não vi ninguém, nem nos prédios vizinhos, pois na maioria eram comerciais. Enfiei meus peitos na cara dele. Imediatamente ele tirou seu pauzão para fora e começou a se masturbar. Que pica enorme, linda, com uma cabeça rosa. Ele todo excitado meio ofegante disse: - estou com muito tesão, quer dar uma chupadinha no meu pau? Falei que morava na rua debaixo e poderíamos ir lá em casa. Mas, ele não poderia naquele momento, queria apenas um beijinho no pau, o que o faria gozar na hora e, outro dia faria uma visita no meu apartamento. Peguei uma camisinha na bolsa e coloquei no pau dele, tudo isso pelo lado de fora do lado em que ele estava dirigindo, pois não tinha espaço para eu entrar, por causa da prancha, rs... Claro, que olhando para os lados para ver se não tinha ninguém vindo ou vendo aquilo tudo. Nada só nós dois. Então me debrucei pra dentro do carro e chupei a pica dele um pouquinho. Ai que coceirinha no cuzinho. Mas, nem bem eu tirei a boca, ele tirou a camisinha e disse: - Olhe, gata, vou gozar, veja minha porra! E realmente jorrou leite sobre sua barriga bronzeadíssima. Oh! Eu fiquei surpresa, principalmente pela forma que tudo aquilo aconteceu. Ah, e aquele surfistão loiro seria maravilhoso me comendo na minha cama naquela tarde quentíssima, mas gostei da aventura. Ele anotou meu telefone e saiu. Aí, eu voltei pra casa, deitei e fiquei pensando naquilo tudo... Liguei a tv, coloquei um videozinho básico e dei asas a minha imaginação até que consegui diminuir aquela ansiedade toda, eu gozara... Enfim, passou o tesão, uau que onda!
Huuuummm, surfistas... Foi na Praia da Galheta em Floripa em meados da década de 90 que descobri, como surfistas eram deliciosos. Fiquei com muitos. Em alguns passeios que fiz por aquela praia tive muitas transas deliciosas. E, a melhor maneira de encontrá-los era fora das temporadas, tipo nos meses de abril e maio.  Se eu estivesse em Floripa e não estivesse chovendo, era só ir porque sabia que conheceria algum. Inclusive, tinha o maior tesão naqueles que usavam aquela roupa especial coladinha, p ara evitar hipotermia, eu acho, rs... O primeiro que conheci que usava aquele traje emborrachado até hoje me arranca suspiros. Eu ficava indo e vindo pela orla na faixa de areia e ele trepado sobre uma pedra enorme só de olho, como eu não sou muito atrevida, ficava me enrolando, rs... Enfim nosso encontro aconteceu no meio do mato abaixo daquela pedra que é uma das maiores da praia. Lembro que ele foi baixando aquele macacão e saltou uma pica enorme que bateu na minha cara... Eu tremi de emoção e tesão. Abocanhei aquilo tudo com muita tara. Depois dei o cuzinho pra ele. Ele me esfolou, pois foi só na base do cuspe, claro que com camisinha, mas na praia acaba sempre entrando um grãozinho de areia junto. Nunca conversamos, mas transei umas três vezes com ele, estas outras transas bem mais excitantes, pois eu já dava um jeitinho de levar lubrificante, rs... Bastava nos vermos que a transa acontecia só com gemidos e muito tesão sem uma palavra, rs... Atrás das ped ras, nos carreirinhos da praia, eu chupei muito surfista. Numa tarde, eu simplesmente devo ter atendido uns 8. Não ao mesmo tempo, mas lembro que eles fizeram fila para que eu os atendesse. Enquanto eu fiquei atrás de uma pedra, os outros ficaram com suas pranchas e disfarçavam o que iria acontecer. Como eram amigos, ficaram satisfeitos apenas com uma gulosa. A gulosa aqui, atendia e depois ficava por ali vendo-os se aventurarem pelas ondas da Praia da Galheta, que tardes deliciosas... Sei, que eu fui a primeira aventura de vários, isso com certeza. Quando eles íam para a praia e não tinha uma onda que fosse interessante, eles ficavam sentados de frente pro mar, apenas olhando para o horizonte, mas alguns olhavam para os lados e acabavam surfando outras ondas...



28) CARNAVAIS...
( Caça às rolas... )


Vocês que leem minhas histórias, principalmente "As Aventuras de Sabrina", já perceberam que adoro carnaval e foi em carnavais diversos que com o enredo de sempre: ''caça às rolas'', 
arrumei conteúdo para contar histórias divertidas e picantes... Puxei na memória e escrevi aqui histórias de diversos carnavais em ordem cronológica, a partir de 1989... Até então, acho que os carnavais não tiveram emoções suficientes, ou aquela caça desenfreada por sexo, se tiveram, nem lembro, rs...  Afinal, geralmente  passava em casa, dando uma voltinha pelas boates e nada além disso. Antes da minha fase Sabrina, eu já aprontava, mas era bem mais comedida, afinal, eu ainda era um rapaz... Um rapazinho assim meio afetado, nada discreto, mas tímido... Então vamos começar, que as rolas estão nervosas... Querem entrar logo...  Na história, rs...

1989 - Balneário de Santa Terezinha no litoral do Paraná em companhia de amigos. Eu era ainda apenas um rapaz alegre, mas bem alegre. Com os amigos assim no fervo, eu me soltava mais... Numa tardinha, não sei se foi no sábado ou no domingo de carnaval, fiquei passando todo rebolativo por um monte pedreiros que trabalhavam numa construção na orla do balneário. Eles é claro que perceberam meu jeitinho e começaram a mexer comigo... Com os assovios deles, perdi a noção do perigo e quase entrei ali no meio. Mas, eu ainda não era uma mocinha, quase apanhei e corri quase kilômetros para não ser pega, realmente eu corria mais que um veadinho escapando dos predadores, rs... Foi mais fervo entre nós que carnaval propriamente dito, as rolas eram escassas naquela época.

1990 - O carnaval deste ano simplesmente passei internada numa clínica psiquiatra ( pois é, acreditem, durante 14 dias, incluindo os do carnaval de 1990, eu tive sérios problemas de depressão e precisei ficar reclusa numa clínica de recuperação e, durante esses 14 dias fiquei aos cuidados do pessoal de uma clínica em Curitiba. Não adiantava nem querer assistir televisão, eu via umas quatro telas em função da medicação. A vantagem é que com os medicamentos, não senti falta de rolas. Só assim mesmo, rs... Em mais ou menos uns 6 meses eu já estava bem recuperada. Acredito que muito de minha depressão tenha sido em função da repressão sexual. Quando eu soltei a franga presa, fiquei boa. Pode parecer brincadeira, mas no meu caso foi  exatamente isso...

1991 - Ilha do Mel - já estava recuperadíssima e novamente aproveitei o carnaval para sair na caça às rolas. Mas,  a história desse carnaval está em detalhes em ''Corra que é babado" em "Aventuras de Sabrina" nº 26, na primeira parte da aventura...

1992 - Curitiba - nada de especial neste ano.  Como eu estava morando só, pela primeira vez em Curitiba. Até então eu morei com uma família no Bairro Cristo Rei.  Agora havia locado uma kitchinete na Rua Riachuelo e estava curtindo a liberdade. Agora eu era independente, estava morando só. Mas, as vezes a gente vai com muita sede ao pote não é mesmo?  Aquele aninho que fiquei ali foi do babado, rs... Mas, nem tudo era flores. A minha despesa por conta da mudança aumentou muito.  Então como ainda estava com contas pra pagar e o salário mal dava, não viajei pra nenhum lugar... Inclusive durante o  período de carnaval, o fervo era nas boates mesmo e, durante as tardes, caçando rolas dentro do cinemão pornô, ali não faltava nunca. Era uma fartura de cores e tamanhos. Mas nada como ao ar livre, aproveitando o fervo do carnaval não é? Enfim, dias como eu queria, acho que viriam pela frente...  Durante esse tempinho que morei na Riachuelo, à noite ficava pela Riachuelo, que era uma rua do babado mesmo e por perto do Passeio Público. Antigamente o Passeio era um local ótimo para caçar rolas, para os gays...

1993 - Florianópolis - o meu primeiro carnaval em Floripa. Descobri os prazeres da Ilha da Magia. Só pra vocês terem uma idéia: na época bombava a música "O canto da cidade" de Daniela Mercury. Em Floripa fizeram uma paródia: "A cor dessa cidade sou eu... O canto dessa cidade é meu"  na versão original - e se tornou assim: "O gay dessa cidade sou eu e o bofe d essa cidade é meu", tá meu bem? Saiu até no Diário Catarinense...  Inacreditáveis aventuras nas ruas do centro de Floripa. Durante o dia 'Praia da Galheta', rolas de todos os lugares. Loiros, dunduns, surfistas, monetes, tudo o que caía na rede, era peixe, cada peixão, ou melhor: rolão! E à noite... Andando pelas ruelas atrás de rolas. Sem contar que adorava ficar vendo rolas nos mijódromos, aí eram as brasileiras e argentinas... Eu já fazia uma linha meio montada, não arrasava quarteirões, mas 'causava", rs... E com os bofes meio bêbados, era o meu cu, que não fazia distinção de sobriedade, claro que sempre com camisinhas. Foi nesse meu primeiro ano em Floripa, que descobri como pica de 'bombeiro' é boa. Acho que a embalagem valorizou e muito o produto. Claro, quando eles estão fardados, que foi o caso.

1994 - Florianópolis - amei o primeiro carnaval, então, novamente repeti o trajeto. Histórias deliciosas. Transas inúmeras. Aventuras picantes. Mas, as melhores ficaram por conta do fervo na Praia da Galheta. Dei tanto por lá, que vocês nem imaginam.

1995 - Ipanema ( no litoral do Paraná ) - Um ótimo carnaval em companhia de amigas montadas como eu,  Renata, Jojô, Bebel, Edinéia, Guida e outras. O fervo da montaria, a caça e os atendimentos, começaram na sexta-feira à noite... Ali não precisávamos caçar muito, as rolas se ofereciam. Eram tantas, que dava pra escolher. Foram 4 dias de muita diversão. Na verdade 3, pois na segunda-feira de carnaval por volta do meio-dia ainda desci pra Floripa e aproveitei segunda e terça o carnaval da ilha, de novo!!!. Aliás, eu já estava me sentindo uma manezinha da ilha, pois não saía mais de Floripa. Carnavais, feriados e férias, meu destino quase era sempre Floripa... Mais ou menos lá pelas 23 horas eu chegava na Praça XV, já montada, o trajeto era o de sempre... Além das amigas que ficavam fervendo em frente a uma boate que tinha por ali na época, eu também ficava no meio dos taxistas. Quando eles me viam chegando, falavam: - lá vem a galega curitibana! Eu me sentia a rainha ali no meio deles. Nunca saí com nenhum, era só fervo mesmo, além de umas apalpadinhas. Ora fervia com os taxistas, ora entrava na boate ou então saía dar um rolê pela praça, sempre alguma rola aparecia. No carnaval a praça fervia de fora a fora... Pois o carnaval começava na frente da igreja e descia até em frente ao Clube Roma na Av. Hercílio Luz. E, nesse ano, eu saí com uma rolona daquelas, mas infelizmente estourou a camisinha. Ai que sufoco, acabara meu sossego! Foi a primeira vez que estourou uma camisinha comigo em ação. Só sei que quando a pica do bofe saiu de mim, estava só a argolinha da camisinha. Tentei me informar um pouco a respeito do bofe e, coisas do tipo para ficar mais aliviada... Por sorte eu fui o primeiro cuzinho dele na vida e, pela nossa conversa ele não era promíscuo. Se era verdade ou não, não importa, naquela hora me ajudou muito... Ele era bancário em Floripa, um belo negão, com uma enorme pica, que só com o lubrificante da camisinha, não soi o suficiente. Ploft! Adeus camisinha. Depois achei um cantinho, forcei e tirei a porra de dentro, como se fosse adiantar alguma coisa, rs... Ainda cheguei na Praça e comentei com umas amigas, mas elas foram tão podres que disseram: xiii, você está carimbada. Continuei a diversão, mas a pulguinha ficou atrás da orelha. Quem me conhece sabe, que sou meio neurótica com isso, rs... Paciência, três meses depois eu fui fazer exames. Mais sorte que juízo, já naquela época. O maravilhoso carnaval de Floripa de 1993 e 1994, não se repetiu em 1995, sei lá sei foi porque estourou a camisinha, ou por causa de cenas de violência que eu presenciei por lá naquele ano. Vi amigas serem roubadas, vi brigas, correria, foi um babado. Mas não posso reclamar, rolas não faltaram.

1996 - Guaratuba - o primeiro ano com as meninas do Jipe. Apesar de que naquele ano, não tínhamos ainda o Jipe, mas que festa fizemos todas as noites de carnaval!  E, rolas, foi o que não faltou. Acho que foi o carnaval mais recheado de rolas de todos os tipos, para todos os gostos. Chegou uma hora que até estávamos recusando, rs...

1997 - Guaratuba - foi nesse ano um dos melhores carnavais da minha vida... O carnaval com as meninas do Jipe. Nesse ano, Ju levou o jipão. Lembro que desci com ela no jipe e em plena sexta-feira de carnaval. Logo que descemos a serra pela BR 376, isso por volta de 21 horas, quebrou o ferrinho da embreagem... Ju encostou o jipe na estrada e disse pra que eu ficasse ali enquanto ela iria procurar um guincho. Fiquei dentro do jipe, em meio a uma tempestade, enquanto Ju saiu buscar ajuda. Não sei onde ela encontraria, que sufoco, eu ainda não sabia dirigir, não entendia nada dessas coisas... Devo ter ficado lá dentro, tremendo de medo, em meio as luzes do carros que passavam sem parar e dos relâmpagos. Eu transpirei horrores só de tensão. Algumas horinhas depois Ju voltou. O jipe foi rebocado até Guaratuba. Mas no outro dia, um mecânico soldou o ferrinho e pronto, começou a festa em cima do jipão. Leia mais detalhes em "As meninas do Jipe",  que está em "Aventuras de Sabrina" nº 17... Ufa, depois da tensão, eu garanto pra vocês que aí só transpirei, mas muito mais, só de tesão...

1998 - Guaratuba - mais um carnaval com o Jipe, apesar da nova lei de trânsito, ainda fizemos sucesso no Jipe... Não podíamos andar em pé em cima do jipe com ele em circulação, como acontecera no ano anterior. O jeito era pará-lo em algum ponto estratégico, como nas proximidades do Bar do Pato e ferver ali mesmo. Isso rendeu tanto...

1999 - Guaratuba - foi o último carnaval em Guaratuba com a turminha das meninas do jipe. Neste ano, nem o jipe tivemos. Mas, festamos mesmo assim. Mas, já sentimos saudade dos carnavais anteriores.

2000 - Florianópolis - Eu não estava muito bem, pois havia sofrido um acidente dias antes e, estava meio de molho, mas mesmo assim deu pra aproveitar, vocês leram uma história que contei desse mesmo carnaval "Corra que é babado"... "Aventuras de Sabrina" nº 26... Na parte em que estive correndo de um bofe que queria me dar uma "Elza" forte na Praia da Galheta.

2001 - Balneário Camboriú - Só fervo, rodando bolsinha na avenida, carnaval por lá, praticamente nunca existiu. Mas, rola sempre rolou. Eu loiríssima, quase pelada nas esquinas, com a tiarinha de tigresa nos cabelos, como era fácil. Além de tudo ainda ganhava um troco para pagar a kitch que eu sempre alugava, desde que conhecera Balneário Camboriú, no reveillon de 1997. Apesar de não ter carnaval como em outras cidades, a cidade fica lotadinha...

2002 - Balneário Camboriú - Mais um carnaval em Balneário Camboriú. Fiquei rodando bolsinha na esquina, usando na cabeça a minha tiarinha de gatinha... Era carnaval mesmo, mas essa tiarinha, há muito tempo já fazia sucesso. Rendeu rolas e até um acuézinho... Como sempre na esquina rendeu muita rola. Conheci nesse carnaval o Nacho de Camboriú. Um belo rapaz que tinha a rola muito parecida com a daquele famoso ator pornô espanhol. Levantava tarde e durante a tarde Praia dos Amores e  no mais, outro carnaval tal qual havia sido o do ano passado.

2003 - Guaratuba - Fui com 2 amigas e mais uma galera em torno de 25 pessoas mais uma vez a minha querida Guaratuba... Foi um auê. Foi um carnaval movimentadíssimo... Bastava colocar um modelito e sair às ruas. As rolas eram muitas. Lembro que numa das noites, levei três bofes e fiquei na garagem da casa que havíamos locado. Os três bofes, bem sacudidos na cerveja, mas rolas bem duras, um deles tinha uma gigante. Ficamos brincando, até que sei lá o porquê, os bofes não gozavam ( muita cerveja he he he ) e começaram a fazer brincadeiras estúpidas como puxar meus cabelos, bater na bunda, pegar na cabeça e forçá-la nas gulosas. E quando o da rola imensa me penetrava, eu via estrelas. A princípio até deixei, mas chegou uma hora que tive que gritar por socorro. Por sorte uma das minhas amigas estava no escurinho da sala com um bofe e veio me auxiliar, botando os bofes pra correr. Ufa! Vocês precisavam ver o meu estado, depois que eles saíram. Ela, minha amiga, olhava pra mim e só ria, eu estava destruída, com a cara toda lambuzada de batom, os cabelos alvoroçados, mas o que doía mesmo era o rabo, rs... Sem contar na noite da Guaratubanda que fui com uma roupinha de brilho minúscula e os bofes quase que me deixaram pelada, tive que voltar pra casa às pressas. Aí, nem saí mais, fiquei em frente de casa mesmo, poucos passavam por ali, mas dos que passavam, a grande maioria topava dar uma voltinha pelos fundos da casa. Ah, ainda durante duas tardes fervemos na praia. Lembro que atendi um pescador em troca de camarão. Eu não gosto de camarão, mas gostei do pescador, mas as minhas amigas agradeceram a minha ajuda, rs... O carnaval de Guaratuba estava perfeito e cheio de rolas, mas não havia comparação com aqueles de 1996 a 1999. Contudo, me diverti  à beça, com as amigas e aquele monte de gente careta que estava conosco na mesma casa. Fora alguns buxixos tudo saiu perfeitamente bem... Rolas foram caçadas e abatidas  freneticamente durante os 6 dias que ficamos por lá!

2004 - Balneário Camboriú - Navegantes - foi o meu primeiro Navegay ( festa em Navegantes onde os homens se vestem de mulheres e as mulheres de homens. Muito divertida. Foi o meu melhor navegay. Lembro que muitos homens fantasiados vinham mexer comigo e diziam:  "essa é profissional". Transei muito pela orla da praia e nas contruções pelos arredores... Lembro que eu usava aquelas tiarinhas de gatinha, não lembro agora se foi a preta, ou a tigresa. Eu tinha três. Uma cores de zebra, que usei no carnaval de 1998 em Guaratuba. Depois comprei mais duas, uma totalmente preta e outra tigresa. Mas essas outras eu só usei em 2000, 2001, 2002 e 2004... Elas atraíam muitos bofes, rs...

2005 - Balneário Camboriú - Itajaí - Navegantes - Florianópolis... Basta você ler "Aventuras de Sabrina - Diário de um Carnaval " Está em "Aventuras de Sabrina " nº 20 - Nenhum dos meus carnavais foi retratado com detalhes minuciosos do que aconteceu da sexta, até a quarta-feira de cinzas...

2006 - Florianópolis - Fui em companhia de uma amiga que não conhecia a cidade. Fervemos mesmo é na Galheta. À noite fervíamos pelo carnaval de rua. Mas o carnaval de rua terminava super cedo, aí pelas duas horas da madruga, já não tinha mais nada e, já não era mais seguro como nos anos 90 ficar pelos becos atrás de rolas. Por sorte, elas nos esperavam aos montes na Galheta.

2007 - Florianópolis - Balneário Camboriú - Itajaí - Curitiba... Desci na sexta-feira à tarde e fui direto pra Floripa. Fui para o apartamento de uma amiga que morava na Trindade e na sexta-feira, nem saí, simplesmente tricotamos um tempão... No sábado peguei um lindo dia de sol e aproveitei muito rolas na galheta. Inclusive repeti um bofe negro, lindíssimo que tinha dividido com minha amiga no carnaval passado ali mesmo perto do Bar do Deca na Praia Mole, em meio a diversos curiosos que ficaram nos espiando. Dessa vez o belo foi só meu. Fomos para um lugar melhor, sem curiosos. No sábado à noite desci para o carnaval do centro, mas não estava aquelas coisas, então andei e fiquei nas imediações do sambódromo. Ali rola um babado melhor, quando as escolas saem do desfile. Acho que de todos os sambas enredos de escolas, foi o da Copa Lord que eu mais gostei. E foi justamente no carnaval de 2007 que a música ficou na minha cabeça, durante dias depois do carnaval:. O trecho que não saiu da minha cabeça foi: "" Meu São José, padroeiro e protetor Ilumina a avenida, Copa Lord é minha vida..."" . Mais tarde pela região do sambódromo, na dispersação da escola, pintou uma rola gostosa de um bofe que havia desfilado na Copa Lord. Fomos num lugarzinho não muito apropriado, mas que ninguém viu, ali dei gostoso pra ele... O carnaval no centro, já havia acabado, então fui pra casa de minha amiga. No domingo acordei pelo meio-dia, mas já se armava um temporal. Saí de Floripa pelas 15 horas e cheguei embaixo de chuva em Balneário já passando das 17 horas. Já fui direto para o apartamento de minhas amigas, que já estavam se aprontando para o desfile em Itajaí. Mesmo com muita chuva, saímos em torno das 21 horas em direção à cidade. E como chovia. E a chuva não deu trégua durante a noite e a madrugada toda de domingo pra segunda de carnaval. Mas, foi nesse carnaval que escondidinha  e sozinha propositalmente, num cantinho pra escapar um pouco da chuva, encontrei um belo deus negro. Eram dois rapazes, que a princípio pensaram que eu era mulher. Um deles saiu fora, mas o outro, gostou de mim e ficou. Ele foi o mais gostoso deus negro do até então dos meus carnavais... Um belo rapaz de 19 anos. Ele chegou ao meu ladinho e perguntou o que eu fazia ali sozinha, contei que estava esperando a chuva passar. Ele perguntou se podia ficar ao meu lado. Falei que sim. Ele estava com o abadá de uma das escolas que já tinham desfilado. Juntinhos, começamos a nos juntar ainda mais. Algum tempo depois eu estava na frente dele, ele atrás de mim me abraçando bem forte. Detalhe: seu belo pauzão negro estava dentro de mim. Estávamos num canto, meio escuro e com a chuva, tudo ficou perfeito. Durante uma meia hora ele manteve seu pau em movimentos leves dentro de mim. Eu virava meu rosto e nos beijávamos muito. Que delícia sua pele, sua boca, seu hálito. Nossa, me apaixonei por tudo. Pena que foi apenas uma transa de carnaval. Melhor, foi o verdadeiro amor de carnaval. Na passarela do samba, as escolas passavam ao som dos seus sambas enredos enquanto nós nos amávamos ao som do carnaval. Grudadinhos, molhados, mas quentes, com aquela sensação deliciosa de uma transa, alheios a tudo... Algum tempo depois ele gozou. Com jeitinho disse que precisaria ir para encontrar seus amigos. Tudo bem, Eu também procuraria minhas amigas. Mas foi boa demais a transa, até gozei disfarçadamente me masturbando com a bolsinha na minha frente, uma camisinha no meu pau e com movimentos suaves, senti todo o gosto, o prazer daqueles instantes por baixo de minha saia jeans. Que tesão! Jamais esqueci daquela transa com aquele garotão delicioso. Ainda naquela madruga, eu e uma das amigas, ficamos dando voltas em Itajaí no meu astra prata e encontramos outro belo negão que estava rodando de carro também e, caçando... Nos caçamos e fomos a um lugarzinho deserto, indicado por ele. Esse já um trintão, fortão e, com uma rola imensa. Conferi o volume quando entrei no carro dele. Ele ficou a fim de minha amiga, mas ela não quis, melhor pra mim, que me esbaldei e dei deliciosamente dentro do carro, sentada no colo dele com o ar condicionado ligado. Depois fomos pra casa, afinal estava chovendo e até meio frio. Acordei pelas 14 horas. Fui comprar almoço embaixo de chuva. A chuva realmente não queria parar. Além da chuva fazia um pouco de frio... Então, depois do almoço, arrumei minhas coisas e voltei pra Curitiba. Chegando aqui perto das 18 horas, tirei um cochilo, descansei bem e depois da meia-noite fui pra 1001. Acho que fiquei com uns 10 caras naquela noite. Que volúpia! Meu cuzinho não aguentava mais tanta rola. Na terça-feira, dormi o dia todo. Meu carnaval foi ótimo, apesar da chuva. Mas, não esqueci do meu deus negro gatinho que transou comigo embaixo de chuva, num cantinho escuro do pavilhão onde acontece a  Marejada, ao som de um samba enredo. Mas samba enredo mesmo foi o da Copa Lord. Era ao som desse que eu queria ter ficado junto com meu deus negro do carnaval de 2007 em Itajaí, mas aí já é querer demais, não é?...

2008 - Balneário Camboriú - Curitiba - Desci no domingo cedo pra Balneário Camboriú e fervi por lá no meu jeitinho putinha de sempre. Sempre na caça às rolas. Já no domingo à tarde fui com a Dani e a Mel para a Praia do Pinho, estava uma tarde maravilhosa, quente, com céu azul e muito sol... Nossa, quantas rolas lindas. Muitas eram de gays, mas encontramos muitos bofes maravilhosos por lá também. Saímos perto das 19 horas, exaustas, tiramos muitas fotos... Já à noite voltei ao carnaval de Itajaí para ver minhas amigas desfilando de novo, mas dessa vez, sem grandes emoções e nenhuma rola por ali. Acho que já era hora de dizer adeus Itajaí! Foi bom demais por ora! Quem sabe num outro carnaval, não é mesmo? Voltei com minhas amigas para Balneário Camboriú, mas antes de dormir, dei uma volta ali pela região mesmo. Naquela noite encontrei um motoqueiro pauzudo, que levei ele para o apartamento e dei gostoso na salinha de trepação que minhas amigas usavam para fazer programas. Gozei muito. Inclusive a cachorrinha poodle de minha amiga, comeu uma das camisinhas cheia de porra. Mas, não deu nada, no outro dia ela já tinha posto pra fora, rs... Que babado não ? Na segunda-feira até poderia ir ao Navegay, mas à tarde voltei pra Curitiba, o azar foi receber duas multas no caminho, por excesso de velocidade. A  velocidade permitida em dois pontos onde estavam esses radares móveis era de 80 km por hora. Uma das multas, recebi por estar em 96 e a outra em 102, buááá, rs... Estando em Curitiba, resolvi sair por aqui, mas diferentemente do ano anterior, nesse perdi meu tempo. Acho que era hora de mudar de trajeto. No ano seguinte eu conheceria Antonina... Lugar que sempre me falaram que era muito bom e eu recusei inúmeras vezes. Vamos conferir então!

2009 - Antonina - o meu primeiro carnaval em Antonina - fui com vários amigos e ficamos numa casa perto da Pracinha na baía, perto também do "casarão" - este carnaval também merece uma edição especial de "As Aventuras de Sabrina". Preciso qualquer hora, escrever, sobre as rolas de lá! Oh, quantas!! Que babados ótimos tenho pra contar!

2010
- Antonina - novamente muita aventura na pequena cidade do litoral paranaense. Uma delícia! Como escrevi em relação ao ano passado, preciso fazer uma edição especial. Neste ano foram menos as rolas, mas com mais qualidade. Saí todas as noites, com as fantasias de colegial, a moça de branco e a putinha piscante, que foram responsáveis por rolas bem duras e safadas que adoraram o cuzinho por baixo das fantasias!


2011 - Antonina - mais um carnaval em Antonina. Leia um pouco mais no Meu Diário/ Março/2011, para ter mais detalhes....



29) O PRIMEIRO CUZINHO

Pra iniciar, leia um breve resumo da minha vida sexual até o dia em que comi pela primeira vez um cuzinho... Eu fui precoce nas brincadeiras do troca-troca, mas não era bem um troca-troca, pois eu sempre fui o passivo, não comia ninguém e dava para os meninos da vizinhança toda... Até tentei comer, mas como tinha fimose no pênis, na primeira dorzinha já desistia, achei que nunca na vida eu usaria o pênis a não ser para fazer xixi... Descobri na adolescência outras funções, como a masturbação, e depois é claro, o gozo! Foi então que com mais de 20 anos eu decidi fazer a cirurgia, que na verdade não era bem de fimose e sim do frênulo, mas enfim, alguns meses depois eu já me masturbava muito bem e adorava gozar com uma pica no cuzinho!
Você já leu " A RAINHA DO CINE PORNÔ "?  Leia para saber sobre minhas aventuras da época que frequentei um cinema, onde aprontei muitas sacanagens, como essa que você vai ler agora... E foi nesse mesmo cinema que numa das inúmeras tardes que passei por lá, aconteceu: ''eu comi um rabinho pela primeira vez''... Eu entrei no reservado com um rapaz muito bonito. Era um daqueles programinhas básicos, mas achei que iria chupá-lo e quem sabe dar o cuzinho pra ele. E era um rapaz branco, rosto bonito com bochechas rosadas, corpo lisinho e de cabelos compridos meios loiros, num corte assim meio no estilo do Xororó da dupla sertaneja...  Como eu escrevi acima, ele entrou no banheiro do cinema comigo pra que eu fizesse uma chupeta, como eu estava acostumada a fazer, mas de repente ele se abaixou e começou a me chupar, ele foi tão rápido, que a minha sensação de repúdio foi logo substituída por uma de prazer.
Realmente senti prazer e o deixei-o fazer, mas ele queria mais... Eu estava me sentindo meio estranho, mas fiquei observando-o meio que sem poder fazer nada. Ele colocou uma camisinha no meu pau que incrivelmente estava bem duro, apesar de assustado. Ele virou-se bunda pra mim, agachou-se um pouco, passou cuspe no rabinho, pegou meu pau e direcionou-o no seu buraquinho que logo engoliu rapidamente. Eu meio assustada com aquilo permanecia parada, mas gostando e o putinho na minha frente rebolava e se masturbava ao mesmo tempo. Tudo não deve ter passado de uns cinco minutos, mas eu perdera o cabacinho na frente e havia feito uma despedida de solteiro para aquele rapaz que nunca mais vi, mas gozou gostoso dando o rabo.
Em tantos anos naquele cine, poucas vezes fiz o papel de ativo ou ativa, como queiram, mas todas as outras vezes aconteceram porque eu acho que me saí até bem, na primeira vez que comi um cuzinho, o cuzinho desse gatinho safado, que acho que já era acostumado a dar o cuzinho...  Só fiz ativo com quem realmente me dava muito tesão, ou quando o cachê era mais vistoso, rs! Preferia mesmo era dar o rabo, isso muitas vezes até de graça... Esta aventura é mais uma aventura da Sabrina dentro do banheiro do Cine São João no ano de 1994!



BONECA DRIKKA SABRINA




Quer ler as 20 primeiras "Aventuras de Sabrina"?

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AS AVENTURAS DE SABRINA - PARTE 1

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